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Respostas curtas
Quem foi D.B. Cooper?
Um homem não identificado que usou o nome de bilhete Dan Cooper no voo 305 da Northwest Orient em 24 de novembro de 1971. D.B. Cooper é um erro de imprensa que ficou. Ninguém foi condenado. O FBI suspendeu o caso em 2016.
O que exigiu e o que recebeu?
Exigiu 200 mil dólares e quatro paraquedas. A Northwest Orient entregou essa soma em notas de 20 dólares cujos números de série foram registados, mais os paraquedas, em Seattle-Tacoma antes da libertação dos passageiros.
Onde deixou o avião?
Após a partida de Seattle, sobre o sudoeste de Washington, pela escada traseira do Boeing 727. A primeira caixa de busca do FBI centrou-se perto de Ariel; modelos de vento posteriores alargaram o corredor. Não se achou local de aterragem confirmado.
Algum do resgate foi encontrado?
Sim. Em 10 de fevereiro de 1980 Brian Ingram achou cerca de 5.800 dólares em notas de 20 deterioradas em Tena Bar, uma praia do rio Columbia perto de Vancouver, Washington. O FBI cruzou os números de série com a lista do resgate. O resto do dinheiro permanece por contabilizar.
O FBI identificou um suspeito?
O Bureau investigou milhares de nomes e discutiu em público várias pessoas de interesse. Ninguém foi acusado como Cooper. Richard McCoy, sequestrador de 1972, foi comparação recorrente e não foi adotado como o saltador do voo 305.
Por que o caso continua sem solução?
Não se autenticaram corpo, paraquedas não usado nem esconderijo de resgate. As testemunhas envelheceram. O achado fluvial de 1980 não levou a uma pessoa. Em 2016 o FBI disse que a investigação ativa já não se justificava.
A investigação foi uma busca no solo, uma vigia de números de série e um longo desgaste de suspeitos.
Descreve-se aqui o que as agências fizeram depois do facto, não um guia de evasão.
Agências
- Federal Bureau of Investigation — Condução do NORJAK: entrevistas, retratos-falados, séries do resgate, autenticação de Tena Bar e a suspensão de 2016.
- Northwest Orient Airlines — Entregou o resgate, conservou relatórios da tripulação e dados do avião, e cooperou no problema da escada traseira do 727.
- Xerifes locais e polícia estadual — Buscas no solo em Washington e no Oregon nas primeiras semanas; apoio posterior no achado do rio Columbia.
- Federal Aviation Administration — Acompanhamento de aeronavegabilidade e de controlo, incluindo o bloqueio da escada traseira depois chamado aleta Cooper.
O que se seguiu
- Assegurar o avião em Reno
Agentes e oficiais locais trataram o voo 305 como cena de crime. Cooper já tinha partido; a escada estava baixa.
- Registar o dinheiro
Os números de série tomados antes de Seattle tornaram-se a única prova posterior de que algumas notas tinham reentrado no mundo.
- Buscar o corredor
Floresta e país fluvial sob a trajetória reconstruída foram percorridos em 1971 e revisitados ao mudarem os modelos.
- Emitir retratos-falados
A circulação nacional dos esboços produziu milhares de nomes e nenhuma acusação.
- Autenticar Tena Bar
Em 1980 o FBI cruzou as notas de Ingram com a lista do resgate e manteve o resto do dinheiro numa vigia que nunca pagou.
- Suspender o dossiê
Em 2016 o Bureau disse que testemunhas e pistas já não justificavam trabalho ativo. Sem solução permaneceu o estado.
Pontos de virada
- A escada vazia em Reno — Uma vez Cooper ausente, o caso tornou-se uma caça a desaparecido ligada a um sequestro já consumado.
- As notas fluviais de 1980 — Prova de que parte do resgate tinha saído do saco e chegado ao Columbia — e ainda assim nenhum nome.
- A suspensão de 2016 — Um fim oficial do NORJAK ativo que investigadores amadores não conseguiram reabrir em tribunal.
A investigação provou um salto e falhou em nomear o saltador.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico. Não é um como-fazer. Sem detalhe gráfico. Guerras ficam em outro atlas.