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Respostas curtas
Quando a FTX colapsou?
Os levantamentos falharam na primeira semana de novembro de 2022 após um relatório da CoinDesk sobre o balanço da Alameda e uma disputa pública sobre o token FTT. Os pedidos do Capítulo 11 foram apresentados em 11 de novembro de 2022.
De que foi Sam Bankman-Fried condenado?
Em 2 de novembro de 2023 um júri do Distrito Sul de Nova Iorque condenou-o em sete counts, incluindo fraude eletrónica e conspiração para cometer fraude eletrónica sobre clientes e mutuantes, e counts de conspiração relacionados (valores, commodities e branqueamento, conforme acusados).
Que pena recebeu?
O juiz Lewis A. Kaplan impôs 25 anos em 28 de março de 2024, mais o perdimento inscrito no julgamento. Recorreu. A pena do tribunal de julgamento é o prazo registado da enciclopédia salvo se um tribunal de recurso a alterar.
Quem cooperou?
Caroline Ellison, Gary Wang e Nishad Singh declararam-se culpados e cooperaram com o U.S. Attorney do Distrito Sul de Nova Iorque. As suas confissões e testemunhos foram centrais ao caso do governo.
O que era a Alameda Research?
Uma firma de trading fundada por Bankman-Fried antes da FTX e ainda sob o seu controlo. Procuradores e cooperantes descreveram-na como a entidade que usava ativos de clientes da FTX. Ellison era a sua CEO no colapso.
Os clientes recuperaram dinheiro?
O espólio da falência de Delaware relatou recuperações substanciais e um processo de pretensões que, em atualizações públicas posteriores, apontava para uma recuperação nominal alta sobre pretensões de clientes admitidas. Esse resultado civil é separado da condenação penal.
A investigação pública começa com um vazamento de imprensa especializada e uma corrida, e depois torna-se um caso padrão de colarinho branco do SDNY mais um grande Capítulo 11.
Esta página regista esses passos. Não descreve como misturar ou ocultar propriedade de clientes.
Agências
- U.S. Attorney, Distrito Sul de Nova Iorque — Acusou Bankman-Fried e recebeu as confissões de cooperantes; julgou o caso perante o juiz Kaplan em 2023.
- Federal Bureau of Investigation / CFTC / SEC — Apoiaram o caso penal e apresentaram ações civis paralelas contra Bankman-Fried e entidades conforme as queixas de 2022-2023.
- Autoridades baamesas — Prenderam Bankman-Fried em dezembro de 2022 e trataram a extradição; também afirmaram interesse local na FTX Digital Markets.
- Tribunal de falências de Delaware (espólio) — Supervisou o Capítulo 11 de Ray, as vendas de ativos e o processo de pretensões de clientes que depois relatou recuperações grandes.
O que se seguiu
- Publicação na imprensa especializada
O artigo da CoinDesk de 2 de novembro de 2022 pôs o balanço da Alameda no mercado.
- Corrida e venda falhada
Levantamentos e uma carta de intenções da Binance colapsada deixaram a bolsa incapaz de abrir como antes.
- Capítulo 11
Os pedidos de 11 de novembro de 2022 preservaram os ativos que a equipa de Ray pôde achar e começaram a reconstrução civil.
- Prisão e extradição
A prisão de Nassau de dezembro de 2022 e a remoção posterior para Nova Iorque começaram o relógio de custódia penal.
- Confissões de cooperantes
Ellison, Wang e Singh declararam-se e profferam, dando aos procuradores um coro de insideres antes do julgamento.
- Julgamento, veredicto, pena
Prova de outubro-novembro de 2023; veredicto de 2 de novembro; pena de 28 de março de 2024.
Pontos de virada
- O artigo da CoinDesk — Sem a publicação de 2 de novembro de 2022 a semana da corrida não tem dobradiça pública. A peça não condenou ninguém; fez dos livros um evento de mercado.
- As confissões de cooperantes — Uma vez o círculo operacional interno a declarar-se, o julgamento foi sobre corroboração e intenção, não sobre se existia um buraco.
- O réu testemunhou — Bankman-Fried subiu à barra. A condenação de sete counts do júri seguiu um concurso de credibilidade que o governo ganhou.
Os investigadores após o facto reconstruíram uma falha de novembro de 2022. O júri nomeou-a então fraude. A recuperação de clientes é um capítulo civil posterior.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico. Não é um como-fazer. Sem detalhe gráfico. Guerras ficam em outro atlas.