Tablet da JTBC e ficheiros de discursos
Device
A emissão de 2016 sobre um tablet ligado a Choi, mais rascunhos de discursos, é a peça pública de abertura. Outros meios coreanos corroboraram a história de acesso.
A reportagem do tablet da JTBC, registros de impeachment, o acórdão de 10 de março de 2017 e as condenações penais de 2018.
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Uma crise política sul-coreana de 2016–17 em que a reportagem mostrou que Choi Soon-sil, uma confidente privada, tinha usado o acesso à presidente Park Geun-hye para influenciar discursos, decisões de Estado e donativos de chaebol. Park foi sujeita a impeachment, removida pelo Tribunal Constitucional e depois condenada. Choi também foi condenada.
Manifestações semanais de sábado, com pico no inverno de 2016–17, sobretudo em torno de Gwanghwamun em Seul. As multidões levavam velas e exigiam a renúncia ou o impeachment de Park. Os jornais em português chamaram-lhes uma revolução das velas. A remoção jurídica foi um voto da Assembleia e uma decisão do Tribunal Constitucional, não uma tomada de poder na rua.
A Assembleia Nacional fez o impeachment em 9 de dezembro de 2016. O Tribunal Constitucional confirmou o impeachment por unanimidade em 10 de março de 2017. Ela deixou a presidência nesse dia. Moon Jae-in ganhou a eleição antecipada em maio de 2017.
Sim. Em 2018 foi condenada por infracções incluindo suborno e abuso de poder e recebeu uma pena longa de prisão, depois ajustada em recurso. Moon indultou-a em dezembro de 2021. Um indulto não é uma absolvição; o token de estado permanece convicted.
Uma cidadã privada e associada de longa data de Park, filha do pastor falecido Choi Tae-min. Não era ministra. Os tribunais condenaram-na pelo seu papel no esquema de influência e dinheiro. As metáforas de Rasputin em português são cor, não um cargo.
Os procuradores disseram que afiliadas da Samsung foram pressionadas a apoiar fundações ligadas a Choi e que uma fusão beneficiou de ajuda política. Lee Jae-yong foi condenado, recorreu e foi depois indultado num trilho separado. O português financeiro muitas vezes abriu com essa história chaebol.
A prova pública é jornalística primeiro, constitucional em segundo e penal em terceiro.
O que é mais fino é a psicologia interior da amizade Park–Choi — uma tentação de tablóide, não um veredito em falta.
Device
A emissão de 2016 sobre um tablet ligado a Choi, mais rascunhos de discursos, é a peça pública de abertura. Outros meios coreanos corroboraram a história de acesso.
Ledger
A angariação de fundações junto de chaebol, como acusada e depois julgada, é a peça de dinheiro. É um dossiê de tribunal, não uma lição de solicitação.
Document
O voto de 9 de dezembro de 2016 é a peça parlamentar. As multidões não a substituíram.
Court
O acórdão unânime de remoção é o núcleo cívico: abuso de poder e quebra do dever público, escrito como direito constitucional.
Court
As condenações de Park e de Choi, com ajustes posteriores de recurso, são a razão pela qual o token de estado é convicted.
Press
As imagens de sábado de Gwanghwamun são o modo como a memória em português segura o inverno. São prova de receção, não o acórdão.
A reportagem e os tribunais trataram o canal de discursos e fundações como provado.
A decisão de 10 de março de 2017 não está em disputa.
Park e Choi foram condenadas; um indulto posterior não ilibou.
Os enquadramentos Watergate e Rasputin são receção a meio-ajuste, não procedimento coreano.
A prova removeu uma presidente e condenou o par central. A clemência editou a pena, não o achado.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico. Não é um como-fazer. Sem detalhe gráfico. Guerras ficam em outro atlas.