Toque numa família que já está nesta roda. A mesma família abre-se como pirâmide neste tabuleiro — dois usos, sem família nova.
Toque num gomo para fixar essa família na pirâmide.
Floral
Um buquê misto — o mapa mais familiar do perfume, da rosa ao balcão da florista.
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Floral branco
Tuberosa, gardênia, flor de laranjeira — brancas noturnas que cheiram a pele, creme ou estufa.
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Rosa
Damasco e centifólia, geleia ou caule — a flor que conversa com o pau-rosa e os jardins de Lisboa.
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Jasmim
Sambac ou grandiflorum, creme ou indol — a flor noturna que animaliza um floral.
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Íris empoado
Manteiga de óris e pó de violeta — o silêncio mais caro do perfume, batom e camurça.
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Frutado
Casca de pêssego, baga, geleia de osmanthus — fruta como néctar, não como doce.
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Cítrico
Bergamota, limão, casca — a abertura brilhante da colônia, de Lisboa ao verão.
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Aromático
Lavanda, alecrim, sálvia — ervas da fougère e de um eixo mediterrâneo até Lisboa.
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Aquático
Calone, ar do mar, pedra molhada — a ideia marinha dos anos 90, ainda a mais rápida.
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Verde
Gálbano, caule partido, folha de tomate — a faca da florista e o jardim antes da flor.
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Chá
Chá verde, defumado ou de osmanthus — um acorde de infusão, papel, vapor e folha.
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Amadeirado
Cedro, iso-madeira, madeira seca — a arquitetura sob a maioria dos frascos, do pau-rosa ao nicho.
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Sândalo
Santal cremoso, leite e madeira de templo — memória de Mysore e o pau-rosa de fundo mais macio.
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Oud e incenso
Fumaça de agar e resina — luxo, rito e uma cadeia que hoje deve responder pelas árvores.
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Vetiver
Raiz haitiana, fumaça ou pomelo — a erva que cheira a terra úmida, grafite e camisa limpa.
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Chypre
Bergamota, musgo de carvalho, ládano — a arquitetura de 1917 que a IFRA reescreveu.
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Oriental âmbar
Âmbar, baunilha, bálsamo — a noite resinosa que o pau-rosa também aquece.
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Especiado
Pimenta, cravo, canela — calor sem cozinha, da Bahia ao inverno sobre a pele.
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Gourmand
Caramelo, chocolate, praliné — a virada comestível dos anos 90 que fez da sobremesa uma família.
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Baunilha
Fava, fumaça ou vanilina de sorvete — a nota que todos acham conhecer, até virar madeira. A Bahia entende.
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Tabaco e couro
Folha melada e selaria — o fundo adulto de clubes, carros e uma jaqueta vivida.
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Fougère
Lavanda, cumarina, musgo — a samambaia de 1882, ainda o esqueleto da maioria dos frascos masculinos.
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Almíscar
Pele limpa, roupa lavada, sussurro animal — dos nitromusks banidos à nuvem de almíscar branco.
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Aldeídico
Espuma de champanhe, sabão e pétalas abstratas — o brilho de 1921 que tornou um floral moderno.
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