Títulos principais
Com raízes na Associação Iugoslava de Lawn Tennis de 1922, em Zagreb, a Tennis Serbia de hoje foi, na prática, reconstruída do zero após a dissolução do Estado, sanções e guerra. Ainda assim, só em 2008 produziu três n.º 1 mundiais: Ana Ivanovic venceu Roland Garros e liderou a WTA em junho; Jelena Janković chegou em agosto; Novak Djokovic ganhou o primeiro major no Australian Open naquele ano e acumulou 428 semanas no n.º 1 — recorde absoluto a partir de 2011. Caminhos individuais, não a infraestrutura, puxaram os resultados. Djokovic começou em quadras pequenas de Kopaonik, foi à academia de Niki Pilić em Munique aos 12, e o Novak Tennis Center de Belgrado veio depois do sucesso. Picos por equipes: vitória por 3–2 sobre a França em Belgrado na Copa Davis 2010 e o título inaugural da ATP Cup em 2020. Monica Seles, de Novi Sad, foi outro n.º 1 do espaço ex-iugoslavo.
Comparação de recordes
As barras são escaladas ao time mais forte desta lista.
Lendas do clube
Rivalidade
Sérvia e Croácia, como Estados sucessores da Iugoslávia, tratam uma à outra como a principal rival da Copa Davis — simbolizado por Djokovic contra Marin Čilić.