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Natação infantil

Origens

Como os cursos municipais se tornaram prevenção do afogamento.

De relance
Linha do tempo

Marcos em ordem. E historia, nao uma grelha semanal.

Fim séc. XIX Banhos escolaresFim séc. XIX1900s YWCA / cursos urbanos1900s1914 Natação da Cruz Vermelha americana19141940s–50s Boom escolar do pós-guerra1940s–50s1960s Cultura do distintivo1960s1980s Cursos de bebés1980s1998 Relatórios WHO de afogamento19982010s Era das listas de espera2010s
  1. Banhos escolares
  2. YWCA / cursos urbanos
  3. Natação da Cruz Vermelha americana
  4. Boom escolar do pós-guerra
  5. Cultura do distintivo
  6. Cursos de bebés
  7. Relatórios WHO de afogamento
  8. Era das listas de espera
Intensidade da pontuacao

Celulas mais escuras marcam uma pontuacao mais alta nesse indicador.

Ultima revisao Fontes e creditosCréditos de mídiaMetodologia

Respostas curtas

Qual agência local de resgate ou treinamento ver primeiro?

Use a lente local: normas de guarda costeira/federação e o briefing daquela baía.

Um distintivo significa segurança na praia?

Não. A água do curso é quente, clara e parada. As praias acrescentam corrente, frio e ondas. Os capítulos de águas abertas cobrem esse fosso.

O que é supervisão ao alcance?

Um adulto à distância de um braço de um não-nadador, não «olhar do espreguiçador». Muitas ONG de prevenção tratam isso como o controlo primário para crianças pequenas.

As braçadeiras são boas professoras?

Mantêm uma criança em cima e podem atrasar uma posição horizontal. Os professores preferem muitas vezes uma ajuda curta de flutuação e depois prática sem assistência.

Quantas horas até 25 m?

Muitos programas esboçam 8–12 sessões por degrau e vários degraus até à autonomia. A assiduidade e o tempo de água em casa contam mais do que o folheto.

As crianças devem usar óculos?

Sim para o conforto no cloro, assim que aceitam a vedação. O controlo da respiração primeiro continua importante.

Comece por esta secao - Origens

A natação infantil como programa público é uma resposta do século XX ao afogamento urbano. Distintivos, horas escolares e cursos pais-filhos são camadas posteriores.

Horários e banhos municipais espalharam a natação mais do que qualquer treinador sozinho. A história é política, não pódio.

Cronologia

  1. Banhos escolares

    Cidades britânicas e alemãs põem natação em alguns dias lectivos como política de afogamento e higiene.

  2. YWCA / cursos urbanos

    Cursos organizados de mulheres e crianças espalham-se na América do Norte e na Europa.

  3. Natação da Cruz Vermelha americana

    A Cruz Vermelha começa um programa nacional de segurança aquática e iniciação nos EUA.

  4. Boom escolar do pós-guerra

    Muitos países escrevem a natação em estatutos desportivos. Em Portugal e no Brasil a aula escolar torna-se norma cívica desigual.

  5. Cultura do distintivo

    A ASA (Reino Unido) e equivalentes popularizam prémios por degraus que os pais pregam no frigorífico.

  6. Cursos de bebés

    Pais e filhos torna-se um produto de centro de lazer, com debates sobre o que os bebés realmente aprendem.

  7. Relatórios WHO de afogamento

    Dados globais empurram os países a tratar a competência de natação como prevenção de lesão.

  8. Era das listas de espera

    A procura ultrapassa os professores nas cidades ricas; o gargalo são os professores, não a teoria.

Épocas

Marcos

A natação infantil tornou-se um serviço cívico porque o afogamento é uma estatística pediátrica. O distintivo é um recibo, não um passe de costa.

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