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Respostas curtas
O que vazou em Bhopal?
Isocianato de metilo de um tanque de armazenamento na central de pesticidas da UCIL na noite de 2–3 de dezembro de 1984. A página não discute como manejar ou libertar o químico. O facto público é uma exposição urbana descontrolada.
Quantas pessoas morreram?
O número oficial de mortos imediatos muitas vezes citado é 2.259. Declarações posteriores do governo indiano usaram cerca de 3.500 mortes nos primeiros dias e mais de 15.000 mortes relacionadas com o gás ao longo dos anos seguintes. Estimativas de campanha correm mais altas. Todas estas são cifras publicadas datadas, não um único censo.
O que foi o acordo de 1989?
A UCC pagou 470 milhões de dólares à União da Índia sob ordens do Supremo de 14–15 de fevereiro de 1989 para resolver pretensões civis. Os processos penais foram primeiro anulados e depois reavivados. A distribuição do dinheiro aos reclamantes levou anos e permanece criticada.
Quem foi condenado?
Em 7 de junho de 2010 um tribunal de Bhopal condenou sete antigos oficiais da UCIL, incluindo o presidente Keshub Mahindra, e a companhia indiana de causar a morte por negligência (IPC 304A) e counts relacionados. As penas foram de dois anos e multas. Um oitavo acusado tinha morrido. Warren Anderson não estava no banco dos réus.
Por que o estado é «misto»?
As pretensões civis foram liquidadas; o direito penal produziu só condenações de negligência de empregados indianos; o executivo da mãe americana nunca foi julgado na Índia; o dossiê de contaminação do sítio da fábrica não está fechado. Esses resultados não somam a uma única palavra como convicted ou closed.
Que leis indianas se seguiram?
O Act de processamento de pretensões de 1985, o Environment (Protection) Act 1986 e o Public Liability Insurance Act 1991. Juntos centralizaram a representação dos reclamantes, a regulamentação ambiental e o seguro industrial sem culpa.
A história é uma libertação industrial noturna para bairros adjacentes, não um desastre natural e não uma guerra.
A história jurídica é um estatuto de 1985, um cheque de 1989 e uma pena de dois anos de 2010 — três fins que não concordam.
Passagens
- Um tanque numa cidade densa
A UCIL armazenava MIC numa central cujos vizinhos tinham crescido em redor. Em dezembro de 1984 várias camadas de proteção no sistema de MIC estavam fora de serviço normal, segundo registros oficiais e civis posteriores.
- A noite de 2–3 de dezembro
Uma libertação descontrolada moveu-se com o ar de inverno sobre povoações próximas. Os hospitais encheram-se antes do amanhecer. O registro municipal de mortes não pôde guardar uma lista completa da noite.
- A breve prisão de Anderson
O diretor-executivo da UCC voou para Bhopal, foi preso e libertado, e deixou a Índia. Pedidos posteriores de extradição falharam. As manchetes em português fizeram dessa partida uma nota permanente de personagem.
- A Índia toma as pretensões
O Act de 1985 deslocou ações individuais a favor da União como parens patriae. Os tribunais dos Estados Unidos enviaram depois o mass tort para casa por razões de fórum.
- Acordo, redução, condenação
1989 trouxe 470 milhões de dólares. 1996 trouxe uma acusação penal mais fina. 2010 trouxe penas de dois anos. Os resíduos do sítio ficaram no mapa.
A história de Bhopal é uma fuga conhecida e uma atribuição inacabada de dever entre central, mãe, Estado e sucessor.
Enciclopédia de registro público. Não é aconselhamento jurídico. Não é um como-fazer. Sem detalhe gráfico. Guerras ficam em outro atlas.